terça-feira, 5 de julho de 2011

Aos estudantes e professores livres na UNB: Digam "NÃO" à opressão e à vionência - Veja.com

NA CONTRAMÃO - Salas de aula são utilizadas para festas e consumo de drogas. Professora discorda da liberalidade - e é punida

...A procuradora de Justiça Roberta Kaufmann conta que viveu a maior humilhação de sua vida em um auditório da UnB, instituição em que concluiu seu mestrado. Convidada para participar de um debate sobre a adoção de cotas raciais pelas universidades públicas, ela - que é contrária ao projeto - não conseguiu falar. Quando lhe foi dada a palavra, um grupo liderado por professores promoveu um alarido ensurdecedor. Ela foi chamada de racista, ouviu ofensas impublicáveis e só pôde deixar a universidade horas depois, acuada, com medo de que algo pior acontecesse. Seu carro foi vandalizado. Nas portas, foi pichada a frase “Loira filha da p…”. Desde então, Roberta nunca mais voltou à UnB sem companhia. Não se trata de um caso isolado. “A UnB se tornou palco das piores cenas de intolerância. Não há espaço para o diálogo. Ou você compartilha do pensamento dominante ou será perseguido e humilhado”, diz a procuradora.
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O jurista Ibsen Noronha, ex-professor voluntário do departamento de direito e um dos maiores especialistas em história do direito brasileiro, deixou a UnB no fim do ano passado. Motivo: sua disciplina desapareceu do currículo. Para ele, no entanto, foi retaliação diante de sua posição extremamente crítica em relação ao polêmico regime de cotas, uma das bandeiras que tem na atual gestão da UnB seus maiores defensores: “É a primeira vez em trinta anos que a disciplina, um diferencial do currículo da universidade, não foi oferecida. Eu fui aluno da UnB e tive essa aula. A justificativa que a faculdade apresentou é risível: disseram que a matéria foi suprimida por ser optativa. Mas não me foi apresentada nenhuma outra opção no lugar dela. É lamentável testemunhar a transformação da universidade em um instrumento de domínio ideológico”, afirma Noronha, que se tornou, em fevereiro, o primeiro brasileiro a lecionar na respeitada Universidade de Coimbra, em Portugal. O embate é tal que mesmo críticas sem conotação ideológica ou política podem servir como estopim para retaliações. A professora Tânia Montoro, da Faculdade de Comunicação, conta que foi punida por ter criticado as extravagantes concessões que a atual reitoria faz aos alunos, como a permissão de festas nos prédios onde as aulas são ministradas - que transformaram as salas em território livre para consumo de drogas. No ano passado, a professora e duas de suas alunas foram escolhidas como palestrantes em um seminário realizado em Bogotá. A UnB autorizouo pagamento da viagem das alunas, mas não da professora. Depois de duas negativas, Tânia reclamou, mas seu pedido só foi deferido quando não havia mais tempo para o embarque. “Eu tenho uma história de trinta anos nesta universidade, e sou uma pesquisadora produtiva. Não merecia passar por essa vergonha”, diz a professora.

José Geraldo, o reitor, enviou a seus aliados o seguinte e-mail, que reproduzo com a mesma pontuação porca com que foi redigido. Prestem atenção a cada detalhe - porque é nele que o demônio se esmera.

Prezadxs,
Re-envio a matéria de Veja que ataca a UnB e especialmente, a mim, projetando, com base em fontes ressentidas, uma idéia de intolerância esquerdista. Peço que avaliem a matéria, mas que, sobretudo, enviem cartas com seus posicionamentos para a revista e também para a SECOM da UnB - pode ser cópia - aos cuidados de anabiamagno@uol.com.br . Peço que ativem também seus contatos com as redes sociais com o mesmo objetivo. Lembrem-se que se Veja ataca deste modo e com tanta força é porque estamos caminhando numa boa direção.
Um abraço.
José Geraldo
Matéria na íntegra, no link acima

Com o cargo ameaçado, Nascimento tenta driblar oposição - Veja.com

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento
Em reunião com a bancada do PR nesta segunda-feira, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, aceitou dar explicações ao Congresso a respeito do esquema de corrupção operado em sua pasta. Mas a decisão não alivia a pressão sobre ele. Nesta terça-feira, a oposição vai solicitar ao Minisitério Público e à Polícia Federal que investiguem o caso, o que promete complicar ainda mais a situação do ministro. Nem mesmo dentro do próprio governo Nascimento encontra alívio: apesar de ter declarado apoio ao titular dos Transportes, a presidente Dilma Rousseff ordenou à Controladoria-Geral da União (CGU) uma investigação rigorosa nas licitações e contratos da pasta - e mandou Nascimento abrir uma investigação dentro do ministério para averiguar o caso. Nascimento luta, agora, para não se tornar o mais novo ministro de Dilma a amargar o desemprego.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Dior apresenta em Paris a 1ª coleção sem assinatura de Galliano - Veja.com


Desfile da Dior na Semana de Moda em ParisAo fim do desfile, em vez da tradicional entrada do estilista, os diretores da marca Susana Venegas e Bill Gaytten foram aplaudidosConheça a nova coleção, no link acima.

Itaquerão: O novo preço - Veja.com

Novas imagens do estádio do Corinthians
Amanhã, finalmente, o Corinthians pode fazer dois anúncios importantes. Primeiro, o valor final da obra do Itaquerão. Segundo: como financiará a obra.
Nem 600 milhões de reais, como insistiu por muito tempo o Corinthians; e nem 1.050 bilhão de reais como constava do orçamento feito pela Odebrecht. O custo final de construção do Itaquerão deve ficar entre 800 milhões de reais e 850 milhões de reais.

Faixa etária para exame de papanicolau é ampliada - Veja.com

Governo amplia faixa etária para rastreamento de câncer de colo de útero
O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira novas diretrizes nacionais para o rastreamento de câncer de colo de útero. Segundo o governo, haverá a ampliação na idade máxima para a realização do exame preventivo, que vai de 59 anos para 64 anos. O exame, conhecido como papanicolau, deve ser feito periodicamente a partir dos 25 anos. 
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CGU vai investigar contratos do Ministério dos Transportes - Veja.com

 Dilma Rousseff, Brasília
Após a revelação, por VEJA, da existência de um esquema de corrupção no Ministério dos Transportes, a Controladoria-Geral da União (CGU) passará a investigar todas as licitações, contratos e obras em execução sob o comando da pasta. A medida foi anunciada nesta segunda-feira, por orientação da presidente Dilma Rousseff. A apuração envolverá, ainda, órgãos e empresas vinculados ao ministério, como a Valec e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). As auditorias da CGU também incluem as representações regionais dos órgãos. Dependo do caso, a controladoria pode recomendar a apuração de responsabilidades e punição dos envolvidos.
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App do Google+ para iPhone e iPad chega em 15 dias - Veja.com

Divulgação
O aplicativo do Google+, rede social do gigante de buscas, que rodará nos dispositivos da Apple, como iPhone e iPad, deve ser lançado no prazo de quinze dias. A informação foi revelada por Erika Joy, funcionária do departamento de Soluções Técnicas do Google. Ela disse que o programa já foi enviado para a Apple e aguarda aprovação para entrar na App Store.
A reação foi imediata entre usuários da nova rede: "Obrigada pela ótima notícia", disse um deles. "Mal posso esperar para ter esse aplicativo no meu iPhone", escreveu outra seguidora de Joy no serviço.
Google+ iniciou suas operações na semana passada. O serviço ainda está em fase de testes, por isso, somente usuários convidados podem se cadastrar.
Apesar da restrição, a novidade agitou o universo das redes sociais. A ferramenta foi elogiada pela maioria dos críticos do setor, mas ainda não se sabe se a mais recente empreitada social do Google será capaz de se diferenciar - e ameaçar - o Facebook.

Pacientes enfrentam fila quilométrica para marcar consulta no HR - Diário PE

Pacientes enfrentam fila quilométrica para marcar consulta no HR. Imagem: Alice Souza/Esp. DP/D.A PressAlice Souza/Esp. DP/D.A Press
Pacientes enfrentam fila quilométrica para marcar consulta no HR. Imagem: Alice Souza/Esp. DP/D.A PressAs pessoas que foram ao Hospital da Restauração (HR) esta manhã tentar marcar uma consulta no ambulatório da unidade enfrentam uma fila quilométrica. Algumas delas chegaram por volta da zero hora e passaram a madrugada ao relento para tentar uma vaga nas especialidades de neurologoia, neurocirurgia, cirurgia geral, traumatologia, reumatologia, endocrinologia, pediatria e clínica médica.
Logo cedo, a fila virou o quarteirão e chegou à esquina do Portal do Derby. No final da manhã, chegava à rua jornalista Paulo Bitencourt, com cerca de 500 pessoas à espera. Com a demora e sob sol forte, algumas pessoas chegaram a passar mal e desmaiar.

Carta de Dilma a FHC não chegou ao Museu da República - Veja.com

Exposição “A República Brasileira” no Museu da República, bairro do Catete, Rio de Janeiro
Depois de oito anos de megalomania lulista, a presidente Dilma Rousseff aproveitou os 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para devolvê-lo publicamente ao lugar de destaque na história recente do Brasil. Em carta aberta, Dilma definiu FH como “o ministro arquiteto de um plano duradouro de saída da hiperinflação e o presidente que contribuiu decisivamente para a consolidação da estabilidade econômica”, e lembrou “o espírito do jovem que lutou pelos seus ideais, que perduram até os dias de hoje”. 


A grandeza de espírito da carta não chegou a uma instituição importante, que tem como sua principal missão a guarda da história do Brasil republicano. No Museu da República, instalado no Rio de Janeiro no histórico Palácio do Catete, uma exposição que pretende contar a história da república brasileira apresenta Fernando Henrique como um presidente que se aproveitou eleitoreiramente do Plano Real, promoveu privatizações que “venderam o Brasil” e conseguiu sua reeleição comprando votos de deputado e senadores no Congresso Nacional. O ex-presidente Lula, ao contrário, tem sua trajetória acompanhada desde o regime militar, como o líder operário que resistiu à ditadura, enfrentou a repressão e perdeu três eleições, até conseguir chegar à presidência, lugar que lhe era destinado. 

Charges de Santiago (à esquerda) e de Aroeira (à direita), cedidas pelos autores ao Museu da República, ironizam as privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso
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A narrativa, linear, passa por Tancredo Neves, José Sarney, Ulysses Guimarães e a Constituição de 1988, e uma pincelada na força dos movimentos sociais, sintetizados em um cartaz da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) pedindo pela reforma agrária. Na última, a coisa muda de figura. Só dá Lula, e Fernando Henrique merece textos como o que se segue: “Em 1998, Fernando Henrique é reeleito em um processo marcado por denúncias de favorecimento político em troca de apoio. Consolidou-se um projeto de redução do papel do Estado na economia, que envolveu privatização de várias empresas.”

Bem diferente do tom da apresentação do governo Lula. “O candidato do PT, ex-metalúrgico e líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições presidenciais em 2002 e 2006, a partir da articulação de uma aliança que reunia extremos da política. Seu governo vem obtendo bons indicadores nas áreas econômica e social, com destaque para a erradicação da fome no Brasil. Não obstante, a sua gestão foi, em mais de um momento, associada a escândalos de corrupção”. 

Mais do que as palavras, no entanto, o que marca a diferença de tratamento entre FH e Lula é a iconografia. O período de 1994 a 2002 é ilustrado por fotos burocráticas e charges contrárias à privatização. “Se privatizar, o Brasil vai rachar”, diz uma. Em outra, alguém diz a FH: “Presidente, não consigo achar o Brasil”. Ele responde: “Claro que não... Eu vendi”.

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Estratégia de escassez da Apple - Estadão

Se fosse outra empresa, os consumidores se sentiriam maltratados. A Apple adota uma estratégia de distribuição de produtos que parece só dela. Tudo começa com rumores, que vão tomando corpo na imprensa e nas mídias sociais, com informações vazadas seletivamente pela empresa. De oficial, só o silêncio.
Depois, vem o show com Steve Jobs. Com seu uniforme de camisa preta de manga longa e gola alta, calça jeans e tênis, o fundador da Apple confirma os rumores, para as pessoas discutirem o quanto o novo produto vai mudar o mundo.
Depois, vem a chegada do lançamento às lojas. As pessoas passam a noite nas filas, esperando o início das vendas. Após horas e horas de expectativa, saem felizes, exibindo suas aquisições como troféus. Quem deixa para depois, corre o risco de encontrar as prateleiras vazias.
Como a Apple consegue fazer uma estratégia dessas dar certo? Em 2007, o professor John Quelch publicou um artigo no site da Harvard Business School, chamado “How to profit from scarcity” (Como lucrar com a escassez). Os principais exemplos eram o iPhone e os livros do Harry Potter.

Palácio Boa Vista: residência oficial de veraneio do Governo de São Paulo

"[Fachada do Palácio da Boa Vista, em Campos do Jordão -a "casa no campo" oficial do governo de SP]":http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/3450-palacio-boa-vista
Situado no Alto da Boa Vista, em Campos do Jordão, o Museu do Palácio do Governo, construído entre 1938 e 1964, transformou-se em   monumento público e centro cultural em 1970. Construído para servir como casa de veraneio do Governador do Estado, é aberto para visitação em determinadas épocas do ano. A construção do Palácio Boa Vista teve início em 1938, mas só foi concluída em 1964. No dia 12 de abril de 1970, o Governador Abreu Sodré em cerimônia solene, declarou o Palácio Boa Vista como "Monumento Público do Estado de São Paulo" e abriu suas portas para a visitação, nos moldes dos castelos e palácios europeus.
O coordenador, Dr. Luís Arrobas Martins, para comemorar a nova fase do palácio, resolveu fazer um evento, à semelhança do Festival de Mozart, de Salsburgo, Áustria, idealizando a realização do "Primeiro Concerto de Inverno de Campos do Jordão", ocorrido no Salão Nobre e no Pátio Interno do Palácio. O evento musical passaria, a partir de então, a ocorrer anualmente dando origem ao atual "Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão".
Em 1978, o festival ocorreria pela última vez no Palácio, sendo transferido para o Auditório Campos do Jordão (atualmente Auditório Cláudio Santoro) localizado junto ao Museu Felícia Leirner, com esculturas ao ar livre.
O Palácio Boa Vista tem 105 cômodos e foi decorado no estilo inglês Maria Tudor. Sua arquitetura lembra um palácio da era medieval e possui um rico acervo artístico e cultural, como mobiliários dos séculos XVII e XVIII, antiguidades, esculturas, peças decorativas, objetos religiosos, e obras de artistas contemporâneos, como Tarsila de Amaral, Anita Malfatti, Aldo Bonadei, com destaque para os quadros de Di Cavalcanti.
São 105 cômodos no palácio, e Presidentes têm um quarto próprio, com uma cama vinda da França de 2,40 metros de comprimento.

Conheça o interior do palácio e seus detalhes, clicando no link acima.

Dilma decide manter Alfredo Nascimento no Ministério dos Transportes - Folha.com

A presidente Dilma Rousseff decidiu manter o ministro Alfredo Nascimento no comando dos Transportes. Segundo a assessoria de Imprensa do Palácio do Planalto, a presidente já conversou com Nascimento e pediu que ele conduza as investigações do suposto esquema envolvendo servidores do ministério e de órgãos ligados à pasta em superfaturamento de obras e recebimento de propina de empreiteiras e consultorias.