Apesar de terem acatado em assembleia a proposta do governo do Estado de reajuste salarial que varia de 14% a 32%, os médicos legistas continuam insatisfeitos com as questões trabalhistas. De acordo com o presidente da Associação Pernambucana de Médicos e Odontólogos Legistas (Apemol), Carlos Medeiros, o valor deveria ter sido incorporado ao salário-base e não oferecido como gratificação.
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Médicos legistas podem parar IML de novo na próxima semana
Apesar de terem acatado em assembleia a proposta do governo do Estado de reajuste salarial que varia de 14% a 32%, os médicos legistas continuam insatisfeitos com as questões trabalhistas. De acordo com o presidente da Associação Pernambucana de Médicos e Odontólogos Legistas (Apemol), Carlos Medeiros, o valor deveria ter sido incorporado ao salário-base e não oferecido como gratificação.
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