Aos três anos, Patricia Neves de Souza, de Andradina (627 km de São Paulo), foi diagnosticada com aniridia. A doença congênita é rara e caracterizada pela falta da íris nos olhos. A pessoa enxerga como quem tem a pupila dilatada em visita ao oftalmologista.
Agora, aos 21 anos, Patricia está enxergando bem. Segundo o médico Carlos Gabriel Figueiredo, ela é a primeira paciente, no Brasil, a receber um tipo de íris artificial importado da Alemanha. Especialistas ouvidos pela reportagem, no entanto, têm dúvidas se esse é mesmo o primeiro caso.
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