O PanAmericano repassou R$ 954 mil a fornecedores da campanha da coligação que reelegeu o governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), em troca do recebimento de uma dívida de R$ 3,3 milhões do Estado, informa reportagem de Flávio Ferreira, Julio Wiziack e Toni Sciarretta, publicada na Folha desta sexta-feira.
A dívida era referente a créditos consignados que o governo descontou de seus servidores em 2006 e não transferiu ao banco.
Para receber a dívida, no entanto, ex-dirigentes do banco e integrantes do governo acertaram que haveria uma contrapartida para a quitação, que incluía uma "taxa de retorno".
O governo de Alagoas confirmou o contrato com o PanAmericano e negou o recebimento da "taxa de retorno".
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