domingo, 3 de julho de 2011

Depois de cinco meses, projeto de mobilidade chega, enfim, à Câmara. Mesmo assim a espera não acaba - NE10

Demorou e vai continuar demorando. Apenas neste final de semana, às vésperas do recesso parlamentar, chegou à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei (PL) 12/2011, que institui o Plano Municipal de Transporte e Mobilidade da Cidade do Recife. É um documento de autoria da Prefeitura que sugere mudanças para melhorar o trânsito caótico da capital, como a instalação de teleféricos nos morros, implantação de corredores exclusivos para transporte coletivo, ciclovias e ciclofaixas, além de transporte fluvial. No entanto, a comissão especial que vai avaliar as propostas deverá ser instalada apenas em agosto, quando os parlamentares voltam ao trabalho. A previsão do presidente da Casa, Jurandir Liberal (PT) é levar o projeto ao plenário até o final do ano.
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Rafinha Bastos foi vaiado - NE10

O humorista Rafinha Bastos, CQC, foi vaiado no Rio, neste sábado (02), durante a Marcha das Vadias. O motivo teria sido um comentário que Rafinha fez no Twitter. Ele disse que toda mulher que reclama que foi estuprada é feia, e que o homem que cometeu o ato merecia um abraço, e não cadeia.

Agência confirma Paul McCartney no Arruda - NE10

A agência paranaense Transpassaporte confirmou que Paul McCartney toca no estádio do Arruda em novembro (metade dos Beatles no Recife, no mesmo mês!!!).  no site da empresa, (que anuncia também megashows como o The Wall com Roger Waters, em março do ano que vem ). A página da Transpassporte, para quem quiser assegurar a confirmação, já que no site ex-Beatle a agenda só confirma shows até agosto deste ano : http://www.transpassaporte.com.br/pacote_detail.php?id=217

Oposição quer explicação sobre contrato da Petrobras - ISTOÉ


Parlamentares da oposição vão pedir ao senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) que esclareça os motivos pelos quais sua empresa, a Manchester Serviços Ltda, foi dispensada da licitação em contratos com a Petrobras que somam R$ 57 milhões.
O líder do DEM, senador Demóstenes Torres (GO), informa que se as explicações não forem convincentes, o partido pedirá ao Ministério Público que analise a "regularidade" dessas contratações. "Tem de haver uma razão, a dispensa da licitação não pode ser entendida como um procedimento normal, corriqueiro", alega.
Reportagem publicada hoje pelo jornal O Estado de S.Paulo revela que a Manchester fez contrato com a Petrobras para atuar na Bacia de Campos, região de exploração do pré-sal no Rio de Janeiro. Os prazos dos contratos são curtos, de dois a três meses de duração, todos eles realizados mediante a "dispensa de licitação".
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A primeira estratégia do Facebook para conter o Google+ - Veja.com



O lançamento de um “recurso incrível” no Facebook – descrito pelo próprio fundador Mark Zuckerberg para o evento do próximo dia 06 – pode ser uma nova integração com o Skype, empresa de telefonia via internet mais popular do mundo e vendida recentemente para a Microsoft. Caso se concretize, a iniciativa não vem à toa. Trata-se da primeira ofensiva – planejada, diga-se -, da maior rede social do planeta frente ao Google+, projeto lançado na última semana.
Segundo o site especializado em tecnologia Techcrunch, a nova parceria entre as empresas permitirá uma videoconferência diretamente em um navegador (Internet Explorer, Mozilla Firefox, Safari, Google Chrome). Não há, no entanto, nenhuma confirmação do Facebook em relação ao assunto.
O recurso é, no mínimo, parecido ao apresentado pelo Google na última terça. A gigante de buscas revelou o seu mais novo “projeto social”, o Google+. Nele, há o Hangout, uma específica funcionalidade que permite realizar videoconferências com até dez pessoas. Detalhe: este recurso já existe no Skype – porém, pago.
Talvez aqui seja possível apontar os próximos capítulos da nova batalha pela fidelidade do usuário: Facebook e Microsoft – parceiros em vários projetos, por sinal -, trilham caminhos desbravados pelo Google. Por ora, não há vencedor.

Eles acharam que estava tudo dominado - Veja.com

Dilma Rousseff em Brasília

“Está tudo dominado”, costumam lastimar-se muitos comentaristas da coluna. É compreensível a sensação de impotência provocada pela impunidade dos corruptos, pela cumplicidade ativa ou passiva dos três Poderes, pela voracidade da aliança governista, pela pilhagem sistemática dos cofres públicos, pela mansidão bovina da maioria do eleitorado ─ enfim, pela paisagem política desoladora. Mas não está tudo dominado.
A frase que dá por consumado o triunfo dos fora-da-lei será apenas um verso derrotista enquanto existirem imprensa livre e milhões de brasileiros capazes de indignar-se com denúncias consistentes. Se tudo estivesse dominado, Antonio Palocci, por exemplo, ainda seria chefe da Casa Civil. O governo fez o que pôde para proteger o reincidente incurável. Acabou por render-se aos homens honestos inconformados com a nova safra de patifarias.
Se estivesse consumado o triunfo dos vilões, a quadrilha que age há meses no Ministério dos Transportes não começaria a ser desbaratada horas depois que seus integrantes foram identificados por uma reportagem de VEJA. Nomeados pelo ministro Alfredo Nascimento, presidente do PR, e sob o comando do deputado Waldemar Costa Neto, um dos mais gulosos protagonistas do escândalo do mensalão, os quadrilheiros instalados na cúpula do ministério abasteceram o caixa do partido e as próprias contas bancárias com bilhões de reais desviados dos cofres públicos.
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Com argumentos de sobra para livrar-se dos “insufladores”, Dilma tem o dever de prosseguir a faxina com a imediata demissão do ministro. 
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Dívida externa aumenta 43% em menos de 2 anos - Folha de São Paulo 03/07

A queda nas taxas de juros em países desenvolvidos após a crise de 2009 e a forte retomada dos investimentos no Brasil provocaram a maior alta na dívida externa desde o Plano Real. De 2009 até maio último, a dívida externa conjunta de empresas, administrações públicas e famílias cresceu 43% e foi a R$ 284 bilhões, informam Gustavo Patu e Eduardo Cucolo.


Passado o impacto mais agudo da crise internacional, a recuperação da economia brasileira provocou um efeito colateral ainda pouco comentado e compreendido: a alta mais acelerada da dívida externa desde o Plano Real. Ou, mais exatamente, desde que, em 1994, às vésperas do lançamento da atual moeda, foi fechado o acordo com os credores para normalizar os pagamentos e reabrir o mercado global de crédito para o governo brasileiro e para as empresas do país. Do final do ano retrasado para cá, a dívida externa conjunta de empresas, administrações públicas e famílias cresceu 43%. A taxa supera a expansão ao longo dos 15 anos anteriores, de 34%. Se as consequências dessa escalada ainda não estão claras, as causas são fáceis de explicar: no mundo desenvolvido, as taxas de juros despencaram para reativar a produção e o consumo; no Brasil, os investimentos públicos e privados tiveram uma forte retomada.
JUROS ALTOS 
O cenário criado após o terremoto financeiro de 2008-2009 estimulou bancos e empresas do setor produtivo a buscar empréstimos e financiamentos no mercado internacional para aplicar e investir no mercado doméstico -no qual a oferta de recursos é escassa e os juros são os mais altos do planeta. A dívida externa, que era de pouco menos de R$ 200 bilhões no final de 2009, chegou a R$ 284 bilhões em maio. A parcela privada da dívida, hoje equivalente a três quartos do total, cresceu R$ 87 bilhões, enquanto a parcela pública da dívida encolheu R$ 1 bilhão. Autor de um trabalho recente sobre o tema, o economista Julio Gomes de Almeida, do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), afirma que, embora não haja risco imediato, o salto da dívida ameaça a sustentabilidade do crescimento econômico.
RISCOS 
“Esse é um processo insustentável a longo prazo e arriscado do ponto de vista empresarial”, diz Almeida.  O perigo mais óbvio da dependência crescente de capital externo é a eventual reversão do quadro favorável atual. A alta dos juros externos ou das cotações do dólar pode tanto criar dívidas impagáveis quanto derrubar a produção nacional. O próprio governo já manifestou preocupação com o crescimento da dívida do setor privado. Em março, para conter esse movimento, houve aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para dívidas com prazo inferior a dois anos. Nos dois meses seguintes, as dívidas continuam crescendo, mas com prazos mais longos

03/07/2011 às 6:55 Itamar era controverso, mas não ambíguo moralmente. Morre um político pobre, e isso é mesmo uma notícia um tanto espantosa - Veja.com

Morre Itamar Franco, aos 81 anos. Era um político controverso, polêmico, mas não moralmente ambíguo. Morreu pobre, por exemplo, com um patrimônio compatível com a sua trajetória de homem público. E isso, convenham, é tão raronestepaiz que já merece ser aplaudido, especialmente no tempo em que petistas, que se apresentam como monopolistas da ética — e assim se colocaram também contra Itamar —, ficam milionários da noite para o dia fazendo “consultoria”. Itamar tem uma boa folha de serviços prestados ao país. Sem querer usar a contradição como muleta dialética, pode-se afirmar que sua maior besteira acabou resultando no maior bem que fez ao país; que seu maior defeito acabou sendo a sua grande qualidade.
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Mágica com o iPad - Fantástico!

sábado, 2 de julho de 2011

O trem-bala e o PT de Campinas - Época

A investigação dos desvios na prefeitura da cidade descobre provas de caixa dois para campanhas e mostra os interesses do partido na maior obra do governo Dilma
Fotos: Denny Cesare/Futura Press e Dida Sampaio/AE
Nós vamos que vamos”, disse, animada, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) ao prefeito de Campinas, Dr. Hélio (PDT), na noite do último dia 6 de abril. Marta ligou às 18h01 para a secretária particular de Dr. Hélio, Cinthia dos Reis Paranhos, cujos telefones estavam grampeados pelo Ministério Público Estadual. O MP de São Paulo investiga um esquema milionário de desvio de dinheiro público na administração de Dr. Hélio, prefeito de Campinas há dois mandatos. O diálogo entre a senadora e o prefeito (leia abaixo) foi capturado por acaso, já que Dr. Hélio não é alvo das investigações do MP. A animação de Marta se devia à aprovação iminente no Senado da medida provisória que criaria a estatal responsável pelo projeto do trem-bala e autorizaria o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a emprestar até R$ 20 bilhões para o projeto.
Marta era a relatora da medida provisória. Sete dias depois da conversa telefônica entre os dois, a medida foi aprovada pelos senadores. O diálogo aparentemente corriqueiro entre uma senadora e um prefeito do Estado que ela representa revela com clareza o interesse do grupo político de Marta no PT de São Paulo (fazem também parte desse grupo o deputado federal Carlos Zarattini e os irmãos Ênio e Jilmar Tatto) em levar adiante a construção do polêmico Trem de Alta Velocidade (TAV). O trem-bala, cujo trajeto atual irá de São Paulo ao Rio de Janeiro, com parada em Campinas, é a obra mais cara do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O custo de sua construção está estimado em R$ 34,6 bilhões. A senadora Marta disse a ÉPOCA manter “uma relação cordial” com o Dr. Hélio e que a reunião pedida no telefonema se deveu à “vontade de provocar debate político e dar conhecimento à região sobre minha participação como relatora do projeto”. “O projeto não foi discutido em nenhum momento com o prefeito, os parlamentares e a sociedade civil do Estado, em razão do curto espaço de tempo para votação no Senado”, disse Marta.
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Jair Bolsonaro: "Sou preconceituoso, com muito orgulho" - Época

Dorivan Marinho
A maioria dos parlamentares foge de discussões sobre temas polêmicos. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) faz questão de correr ao encontro de alguns deles. Ex-capitão do Exército, Bolsonaro sustenta posturas radicais, como a defesa do período da ditadura militar (1964-85). Em defesa de suas opiniões, Bolsonaro comete erros históricos, por exemplo, ao dizer que durante os vinte anos do governo militar havia liberdade e pleno emprego no Brasil. Recentemente, Bolsonaro assumiu o protagonismo na oposição ao projeto que torna crime ataques a homossexuais e ajudou a derrubar a distribuição de kits contra homofobia nas escolas. Na semana passada, após ser absolvido em um processo disciplinar no Conselho de Ética, Bolsonaro respondeu às perguntas dos leitores de ÉPOCA.
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Texto de Serra, sem aval conjunto do PSDB, ataca ‘herança maldita’ do PT - Estadão

Celso Junior/AE - 28/06/2011
BRASÍLIA - Documento elaborado pelo ex-governador José Serra e apresentado por ele ao Conselho Político do PSDB, órgão partidário que o tucano preside, afirma que "a incompetência e o autoritarismo são as marcas" do governo de Dilma Rousseff, e ressuscita o termo "herança maldita". O termo era usado pelos petistas para atacar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas agora foi aplicado aos governos do PT. O texto divulgado na sexta-feira, 1º, no site do tucano não contou com o aval de todos os integrantes do conselho, entre eles o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que, procurado, preferiu não se manifestar.
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