sexta-feira, 3 de junho de 2011

Dois sinais eloquentes da fragilidade de Palocci - Exame.com

Nem o governo Dilma Rousseff e tampouco o próprio Antonio Palocci jogaram a toalha, mas o fato é que nos últimos dias a crise política deflagrada pelo noticiário sobre o enriquecimento dele esquentou bastante. Aí vão dois sintomas da vulnerabilidade do titular da Casa Civil:
– O apoio de Palocci entre o setor privado já não é mais incondicional. O governo tem recebido recados de grandes empresas de que se a crise continuar imobilizando o governo, o melhor é que ele deixe logo o Planalto.
– Já circula amplamente em Brasília uma fornida lista com prováveis substitutos de Palocci. Ela reúne os ministros Gilberto Carvalho (secretaria geral da Presidência), Paulo Bernardo (Comunicações), José Eduardo Cardozo (Justiça), Fernando Pimentel (MDIC) e Alexandre Padilha (Saúde). Segundo o blog apurou, se convidados, os dois últimos nomes recusariam peremptoriamente o cargo. Até ontem à noite, Carvalho liderava a bolsa de apostas.
Dilma e Palocci esperam que a aguardada explicação pública dele dissipe a crise. Mas o fato é que a falta de apoio do PT e a cobrança cada vez mais estridente da oposição vêm minando a sustentação do ministro.

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