O esquema de transportes ainda demonstrou fragilidade nos primeiros dias, quando ônibus especiais e circulares ficaram superlotados e tiveram atrasos. Pilhas de lixo no chão - os 720 latões colocados na Cidade do Rock não deram conta da demanda - e filas quilométricas nas lanchonetes da Cidade do Rock também causaram má impressão em quem passou por lá no primeiro fim de semana. Mas os organizadores correram, e o cenário nos últimos dias foi muito melhor.
Com base nessas experiências, o prefeito Eduardo Paes deve baixar nos próximos dias um decreto com normas para eventos de grande porte — mesmo privados —, como o bloqueio de ruas, o ordenamento do transporte coletivo e obrigações de infraestrutura a serem seguidas por seus organizadores. Incluindo, até, o número de banheiros com água e esgoto, de acordo com a expectativa de público.
Idealizador do festival, Roberto Medina já fala sobre 2013. “O próximo Rock in Rio será ainda mais alinhado com a Copa e as Olimpíadas. A cidade estará mais perto das condições que teremos na época desses eventos. Porém, uma mobilização com 100 mil pessoas num mesmo local e durante tantos dias é maior do que qualquer ação que teremos depois. Até lá, haverá aparelhagens públicas como o metrô e as BRTs em funcionamento”, diz.
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