A Copa das Confederações era questão de honra para o governador Eduardo Campos. O anúncio da aprovação do Recife, mesmo que condicional, como uma das subsedes foi recebido com festa. Exibido atrás do governador na entrevista coletiva, o banner resumia o grau de confiança: “Pernambuco na Copa das Confederações Brasil 2013”. Confiança compreensível. Apesar de ter não ter sido cravada pela Fifa, a única chance de Recife ficar fora da competição é descumprindo os prazos estabelecidos. Possibilidade sequer cogitada pelo governo. Se já era prioridade, a partir de agora o andamento das obras da Arena Pernambuco e do sistema viário de acesso a São Lourenço da Mata receberá ainda mais atenção. Uma vistoria da Fifa em julho do próximo ano dará o aval definitivo. O prazo final de conclusão para dezembro de 2012 segue mantido.
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